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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Com aluguéis atrasados, Canil de entidade de proteção dos animais pode ser despejada e espera pelo socorro da Prefeitura

O Canil da Sociedade Protetora dos Animais, comandada pelo Professor Alfredo Vieira funciona num sítio próximo a Fernando Lobo. Com os aluguéis atrasados, a ordem de despejo pode acontecer a qualquer momento. Apesar da dedicação heróica do Professor Alfredo Vieira e de alguns abnegados em favor de cães e gatos de rua, a entidade não tem como se manter e espera pelo socorro da Prefeitura. Na verdade uma associação quando é formada deve contar com quadro de associados que comunguem dos ideais da entidade e que estejam disposto a através de mensalidade ou cotizações manterem  as despesas da entidade. Não é salutar se criar uma entidade esperando que ela seja mantida pelo poder público. As Prefeituras estão saindo de uma grave crise e não tem recursos disponíveis para prover o sustento de cães e outros animais de rua. Caso as Prefeituras destinem seus parcos recursos para os animais,  faltará recursos para outras prioridades como por exemplo o atendimento ao Municípe carente. Mesmo com todas as dificuldades a atual Administração Municipal foi a que mais fez pelos animais de rua e pelas entidades que os assistem. A Prefeitura por exemplo fez licitação e comprou centenas de quilos de rações tipo premium para alimentação dos cães e gatos amparados pelo canil. O pagamento de aluguel para uma entidade privada pode ser considerado improbidade administrativa. A atual Administração também aprovou o código de zoonoses e deu apoio a todas as iniciativas para a redução do número de animais de rua. O Prefeito Miguelzinho lamenta ainda não ter podido construir o centro de zoonoses. Ele afirma que com a redução dos recursos que tanto penalizou o Município no ano passado e início deste ano teve de administrar as prioridades não podendo realizar a obra. O Prefeito no entanto afirma que o centro de zoonoses ainda é uma meta que ele pretende atingir assim que o orçamento da Prefeitura estiver mais recursos financeiros. Por mais duro que seja um possível despejo a Prefeitura poderá no máximo ceder um terreno para que provisoriamente a entidade protetora dos animais abriguem os cães e gatos abandonados. É preciso que aqueles que abraçam a causa dos animais de rua tenham em mente outras fontes de captação de recursos para o sustento da entidade que integram. Uma bom início seria por exemplo o uso de recursos próprios.

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